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quinta-feira, 21 de março de 2013

Meu Novo Blog

Acabei de criar um novo blog!
Nele eu vou postar parte de minhas antigas revistas e folhetos de artesanato. Vai ter um pouco de tudo: Crochê, Tricô, Ponto Cruz, Vagonite, Bordado, Patchwork, enfim, tudo que faço e que um dia farei.
A causa é nobre, abri espaço no meu apartamento e doar revistas para locais ou pessoas que ensinam artesanato.
O nome do blog é DESAPEGANDO. 
E o e-mail é: simplesmentedesapegando@gmail.com


Ainda não tem muita coisa postada, mas garanto que vou postar muito lá. E, com certeza vai servir de inspiração para vocês.
Quando tiver um tempinho, dá uma olhadinha.
Beijos

P.S.: O Tricô Perfeito continua no formato atual, com coisinhas que faço ou que gosto na net.
O Desapegando...é que vai ser uma espécie da  Arca da Artesã, Biblioteca da Titia ou coisa parecida.

terça-feira, 19 de março de 2013

Duas Capas Românticas para Almofadas

Estou aproveitando minhas férias para colocar ordem na casa (pero no mucho!!!). E, mexendo em meus guardados de crochê, eis que surgem estas preciosidades:

Vou chamar essa de Almofada nº 1

Então, essa será a almofada nº 2

Gente, fiz estas capas para almofada quando estava grávida da Isabela, que hoje tem 19 anos, para pôr no bercinho dela. Mas acabei desistindo de usar porque fiquei preocupada com excesso de coisas no berço e resolvi guardar. Guardei tão bem guardadas que nunca mais vi, rsrsrs. 
Brincadeirinha... 
Vi algumas vezes, mas não achava um motivo para tê-las na decoração da casa, na verdade apartamento, sempre moramos em apartamento. Naquela época eu priorizava deixar mais espaço para as meninas brincarem. A decoração, então, era toda de Barbies, Kens, Kellys, e todas as amiguinhas e acessórios que a Barbie tinha, e como tinham cacarecos.... Com tanta "decoração" para quê almofadas, não é? 

A primeira almofada eu tenho o gráfico digitalizado, é o gráfico nº 85. 


Deixei como bônus o gráfico do barrado e mais um gráfico de almofada (que eu ainda não fiz). Mas vou colocar a foto da revista Nina Bebê de 1988 com a produção  feita com que estes pequenos gráficos.
Cabe aqui uma explicação (a digitalização não está muito nítida): 
a colcha foi  feita como se fosse um patchwork em crochê, alternando os quadrados nº 85 e 88. 
A cortina é de tecido, mas com o barrado do gráfico. Essa revista, é minha preferida, eu comprei quando estava grávida da Lívia, hoje com 24 anos, mas acho que esta decoração continua atualíssima.


Infelizmente, a minha multifuncional está com defeito, então eu vou fotografar o gráfico da segunda almofada para não deixar ninguém na mão. Só que o gráfico era para um caminho de mesa, mas como quase sempre, eu aproveitei a ideia e adaptei as minhas necessidades. Como o gráfico não era grande o suficiente para uma almofada 40 x 40 cm eu criei, sim, criei  \0/, um contorno (como não tem gráfico, vou fotografar no detalhe). 

Foto da página 43 da Revista Mon Tricot nº 124 / outubro-1990

Detalhes do contorno geométrico que inventei para aumentar o tamanho da almofada
Parte de trás da almofada

A linha que eu usei foi linha Carla, Coats Corrente, agulha para crochê 1,25mm. Fiz um biquinho simples em cada capa de almofada e coloquei botões para o fechamento.

Ficaram bonitas, não?


P.S. O gráfico que fotografei está digitalizado AQUI, assim como o Caminho de Mesa que mencionei. 

sábado, 16 de março de 2013

Gorros e Cachecóis

Já postei aqui no blog alguns dos gorros e cachecóis que fiz há uns 2 anos atrás. Embora eles vivam no Rio de Janeiro os danadinhos não perdem a chance de bater uma perninha por aí, quer seja com minhas filhas ou com as amigas delas.
Desta vez eles levaram minha filha Lívia para passear em 3 cidades da Europa: Berlin, Amsterdam e Londres, durante o mês de fevereiro.
Fotos Berlim

O gorro e o cachecol cinza já foram postados AQUI junto com o conjunto vermelho. Este gorro cinza é lindo demais, adoro ele. Tem um ponto maravilhoso. Fica muito elegante. Foi feito com lã Oxford da Aslan.

Fotos Amsterdam
Esta foi a primeira viagem do gorro e o cachecol azul mesclado e eu adorei tricotá-los, principalmente o gorro.  Ele é muito versátil, pode ser um gorro ou uma gola. Ele é muito charmosinho porque tem um cordão amarrado em cima que dá um efeito muito bonitinho. Fiz com Fio Flowers da Linea Italia, na cor azul mesclado (lembra jeans). 
Fiz o cachecol com um pontinho simples só para aquecer o pescoço. Não coloquei franja porque minha intenção era colocar um pompom em cada ponta, mas acabei desistindo porque achei que ficaria muito infantil. 
A receita do gorro 2 x1  está AQUI. É uma opção fácil e muito bacana, minha filha adorou.

Fotos Londres
Este conjunto de gorro e cachecol roxo eu também já havia postado aqui. Foi feito com lã Acalanto que é uma delicia de pegar, muito macio. O gorro é aquele tradicional barra 2x2, gosto de fazer ele bem longo para pode dobrar e dar um charminho.

Já tenho guardada uma receita de um novo gorro para a próxima viagem porque adoro faze-los e saber que eles são muito bem aproveitados. Quando eu fizer posto aqui também.


quinta-feira, 14 de março de 2013

Howard Wolowitz!!!

Paixonei!!!!!

Tenho que complementar a postagem anterior. Acabei de olhar o Blog da Jackie Laing e descobri que Sheldon Cooper acabou de encontrar seu amigo Howard Wolowitz que foi vestido com sua linda gola rolê e seu cinto de Batman.
Foto: http://www.amidorablecrochet.com/

Foto: http://www.amidorablecrochet.com/

Gente, dá uma olhada no lindo trabalho que a Jackie Laing.  faz em seu blog  aqui. 

Vale muito a pena!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Sheldon Cooper

Minhas filhas sempre adoraram bonecas e bonecos e apesar de já estarem adultas as bonecas ainda fazem parte da vida delas, não mais para brincar, mas para colecionar. Elas amam. 
Recebi da minha Lívia pelo Facebook a foto abaixo, com a seguinte legenda: Mini-me!

Foto:http://www.amidorablecrochet.com/

Para quem não conhece este é Jim Parsons, ator de The Big Bang Theory, com o boneco em crochê do seu personagem o Nerd, Sheldon Cooper. 
Então, para quem for fã da série como nós aqui em casa e quiser ter um Sheldon fofo só para você é só ir até o Ravelry que aqui tem a receita disponibilizada  pela artesã Jackie Laing. 


Saiu na Folha. com


Sai na Folha. com , tudo bem que já tem um tempinho, mas para quem como ainda não tinha lido é totalmente atual. Foi minha filha Lívia que me enviou pelo Facebook.

Artista conquista Nova York com obras de crochê
IVAN FINOTTI
DE NOVA YORK

Na esquina da 10ª avenida com a rua 20, no lado oeste de Nova York, em meio à sujeira, a mendigos, a estacionamentos de automóveis e a vendedores de cachorros-quentes duvidosos, destaca-se um carrinho de supermercado acorrentado a um poste. Nem chamaria a atenção, não estivesse ele cuidadosamente coberto por crochê rosa, azul, roxo, branco e preto.

É uma das obras de arte de Olek, polonesa de 33 anos obcecada por tecer tramas e cobrir tudo com elas. A artista se notabilizou em 2010, quando uma galeria nova-iorquina transferiu integralmente seu apartamento de 60 metros quadrados para uma exposição de arte.

                                       Gilberto Tadday/
A artista polonesa Olek, que conquistou o mundo das artes em Nova York com sua obsessão por crochê
.
Cadeiras, televisores, garfos, secadores e até privadas, tudo coberto de linhas coloridas. Nas paredes, também em crochê, mensagens de seus ex-namorados e até um cobertor reproduzindo o resultado do teste de doenças sexualmente transmissíveis de um deles. O sucesso levou o Smithsonian, o maior complexo de museus do mundo, em Washington, a agendar a remontagem dessa exposição para julho de 2012.

No ano passado, Olek inaugurou outra exposição em Nova York, basicamente em crochê preto e branco, chamada "The Bad Artists Imitate, the Great Artists Steal" (em tradução livre, "maus artistas imitam, grandes artistas roubam"). A frase, originalmente de Picasso, foi recentemente apropriada com ligeiras diferenças pelo grafiteiro Banksy. Olek rouba de volta, riscando com crochê vermelho os nomes dos dois acima e assinando ela mesma a autoria da frase -e uma série de outras.

A mostra traz também objetos cotidianos, como luvas de boxe, pau de amassar macarrão e uma bicicleta ergométrica. "Não consigo resistir, tenho que transformar tudo", conta ela, com seus óculos envolvidos por crochê vermelho e sua camiseta de crochê preto e branco em seu sofá de crochê rosa. Tudo isso está espalhado pela sala do nono andar do prédio da rua 20, novo polo de artes da cidade.

A exposição que vai para Washington é chamada "Knitting Is for Pussies" (algo como "tricotar é para amadores") e faz piada com as diferenças entre crochê e tricô.

Coisas simples: tricô é feito com duas longas agulhas de pontas lisas, linhas grossas e funciona basicamente para gerar vestimentas de frio, como cachecóis, cobertores ou sapatinhos de bebê.

Já o crochê, tão amado por Olek, é utilizado para compor toalhinhas de enfeite para a mesa da sala, bicos de panos de prato ou colchas decorativas. E o instrumento usado é apenas uma longa agulha com um gancho na ponta.

CINEMATOGRÁFICA

A obsessão de Olek pelo crochê remonta à Polônia, onde ela era uma adolescente revoltada que, aos 17 anos, resolveu ser crítica de cinema. Num dia qualquer, a raiva aumentou e ela raspou a cabeça. O momento de fúria aconteceu no inverno do Leste Europeu, frio quase polar, e obrigou a pequena Agata Oleksiak a manufaturar um chapeuzinho de crochê para não congelar a cuca.

"Ensinavam a costurar na escola, mas aprendi a fazer crochê sozinha", lembra. Agata gostou da experiência e passou a envolver qualquer coisa que via pela frente em Ruda Slaska, pequena cidade na região da Silésia. Quando os hábitos estranhos incluíram costurar papéis de chocolate jogados fora, sua professora de inglês, uma nova-iorquina, declarou "a Polônia não está pronta para você".

É claro que Agata Oleksiak levou a dica a sério e, assim, em 2000, cruzou o mundo e abreviou seu sobrenome. Atualmente, tem gostado de cobrir seus amigos de tramas dos pés à cabeça, como se fossem o Homem-Aranha, e de convidá-los a dar uma volta de metrô por Nova York. É uma instalação em movimento.

A chave para entender sua obra, ela acredita, está nos filmes. Seu trabalho de conclusão na escola de cinema polonesa se chamou "O Simbolismo dos Figurinos no Cinema de Peter Greenaway". Escrito em polonês, claro.

E é num dos filmes mais famosos do inglês, "O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante" (1989), que tem seus episódios claramente definidos por cores, que Olek mais se inspira até hoje. Ela ainda ama simplesmente ver filmes e faz isso o tempo todo. Mas envolver um apartamento inteiro com tramas deve dar muito trabalho, não? "É por isso que amo o crochê. Dá para fazer enquanto assisto a um filminho ou dois."


terça-feira, 12 de março de 2013

Mulheres Unidas

Gente, acabei de receber um e-mail da Vila Mulher que precisava dividir com vocês. Vejam se não é muito importante: 
Vou copiar aqui no blog, mas este site é muito interessante tem sempre matérias atuais, modernas bem legais e vale sempre a pena receber atualizações no seu e-mail.


Homem que lava louça é mais feliz, afirma pesquisa

Se o seu marido adora brincar com você que não há melhor terapia do que ‘ter-a-pia cheia de louça para lavar’, chegou a hora da revanche. Pois é, vilamigas, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Universidade Umeå, na Suécia, os afazeres domésticos são para os homens o verdadeiro segredo da felicidade.
Depois de acompanhar a vida de 723 pessoas ao longo de 26 anos, o estudo concluiu que aqueles que não dividiam as tarefas domésticas com as suas parceiras tinham maior problemas de saúde. Isso porque, os 'preguiçosos' de plantão, digamos assim, tinham mais tempo para o ócio e, consequentemente, acabaram ficando mais nervosos, ansiosos e até mesmo com a concentração prejudicada.
Enquanto, de outro lado, os maridos que topavam dividir as ‘obrigações do lar’ com as suas companheiras se apresentavam mais tranquilos e satisfeitos. Talvez porque as suas mulheres ficaram mais felizes, já que tinham mais tempo para si. Não acham?
Apesar do estudo não comprovar a nossa opinião, ele aponta que as mulheres que não contavam com a ajuda masculina se tornaram mais vulneráveis às doenças. No entanto, as complicações, segundo o estudo, acontecem por conta dos papéis assumidos por cada gênero dentro do relacionamento.
Ou seja, a solução para que a vida em casal seja cada dia melhor depende de uma boa conversa a fim de eliminar tais barreiras. Então já sabe: a solução é deixar o machismo de lado e colocar a barriga na pia!
Por Paula Perdiz
E, como nós, queremos somente a felicidade dos nossos cônjuges, vamos deixar a louça para eles, mas com muito amor, é óbvio...
Confesso que já faço isso há algum tempo, mas não tenho muita certeza que é FELICIDADE o real sentimento que acontece aqui em casa, rsrsrs. Então, acabei enviar para o e-mail do meu marido a reportagem da Vila Mulher, porque com o respaldo da Universidade da Suécia é capaz dele acreditar, não é, hehehehe.

Uma coisa eu tenho certeza: eu aprovo, muito!!!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Tricô \0/

 Estou revendo conceitos e tentando desapegar. Quero muito dar ordem de despejo à minhas revistas antigas, abrir espaço, diminuir os guardados, desapegar. É um exercício muito difícil, mas acho que a internet ajuda muito porque tem sempre muitas ideias maravilhosas, novas, repaginadas....
Então, para que guardar se eu posso digitalizar e compartilhar e ao mesmo tempo manter arquivado no blog?
Pensando assim, compartilho com você essas belezas. Nunca fiz, acho que nunca vou fazer, mas quem sabe que vai ser especial para alguém.


  


Ótimo Fim de Semana!